As lágrimas caem como um rio, a dor que fere a alma, o rochedo das colinas faz a música ter o tom mais duro do ar...a saudade rasga o peito e os seios a fora se escamam de petulância e vergonha...as vozes, as vozes, as doces amarguradas vozes do coração...na água que passa e transporta a sofrimento interior nas conservações sanguíneas que sangram...aquela coisa impertinente e perdida sem saber o que é...no jeito nunca de mulher, com açúcar e com afeto no terno de criança, a vida é um lixo que inflama os olhos...
Onde as páginas é a vivência e evolução interior, cada traço é um suspiro de emoção, as palavras transgridem o ser, dentro do coração...
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terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Desvalorização da mulher.
Formulada para uma professora que na fórmula de aluno cria um esteriótipo infeliz por tamanha desigualdade social mas por ventura desejo-lhe tamanho valor por ser mulher!
Há séculos a mulher vem sendo explorada socialmente em diversos sentidos. A mulher é vista como atributo servil, social e conjugal. Ganhou espaço na sociedade por luta e dedicação além da liberdade de expressão e da liberdade intelectual que revolucionaram.
O valor da compreensão e respeito não é voltado a mulher por questões históricas e socio-culturais. Desde tempos antigos ela vem sendo subordinada ao homem, considerada inferior em diversos locais do mundo, exemplo de épocas remotas no Egito em quê, com a morte do esposo a esposa deveria ser cremada viva e seus restos colocados no túmulo do marido. Desde sempre foi tratada como objeto útil ao sexo e aos afazeres domésticos sem poder opinar, ter senso crítico e demonstrar intelectualidade.
O carregamento de décadas vindo ao desvalor da mulher tem sido adaptado para atualidade, o que consta na liberdade de expressão e profissional, fazendo-as ter acesso ao espaço social porém a figura feminina tem sofrido com novos problemas: a violência, o sobrecarregamento de atividades, o preconceito, as cobranças morais da família e as imagens modernas voltadas a ela; vistas em propagandas como produto atrativo ao consumo e ao sexo auxiliando no marketing, nas formas pejorativas das letras de músicas de diversos estilos que degradam e estimulam um esteriótipo tornando-as símbolo pornográfico de cunho prazeroso.
É necessário respeitar as diferenças e adaptá-las aos dias atuais. A mulher é um ser produtivo e essencial para a sociedade quanto o homem, por isso devem ser tratadas com suas limitações como um ser capaz de auxiliar e produzir. As medidas que deveram ser tomadas é de estimular o senso crítico em todos os conjuntos acadêmicos trazendo novos conceitos para as pessoas, tanto para a cultura, quanto nas atividades voltadas ao senso comum.
Há séculos a mulher vem sendo explorada socialmente em diversos sentidos. A mulher é vista como atributo servil, social e conjugal. Ganhou espaço na sociedade por luta e dedicação além da liberdade de expressão e da liberdade intelectual que revolucionaram.
O valor da compreensão e respeito não é voltado a mulher por questões históricas e socio-culturais. Desde tempos antigos ela vem sendo subordinada ao homem, considerada inferior em diversos locais do mundo, exemplo de épocas remotas no Egito em quê, com a morte do esposo a esposa deveria ser cremada viva e seus restos colocados no túmulo do marido. Desde sempre foi tratada como objeto útil ao sexo e aos afazeres domésticos sem poder opinar, ter senso crítico e demonstrar intelectualidade.
O carregamento de décadas vindo ao desvalor da mulher tem sido adaptado para atualidade, o que consta na liberdade de expressão e profissional, fazendo-as ter acesso ao espaço social porém a figura feminina tem sofrido com novos problemas: a violência, o sobrecarregamento de atividades, o preconceito, as cobranças morais da família e as imagens modernas voltadas a ela; vistas em propagandas como produto atrativo ao consumo e ao sexo auxiliando no marketing, nas formas pejorativas das letras de músicas de diversos estilos que degradam e estimulam um esteriótipo tornando-as símbolo pornográfico de cunho prazeroso.
É necessário respeitar as diferenças e adaptá-las aos dias atuais. A mulher é um ser produtivo e essencial para a sociedade quanto o homem, por isso devem ser tratadas com suas limitações como um ser capaz de auxiliar e produzir. As medidas que deveram ser tomadas é de estimular o senso crítico em todos os conjuntos acadêmicos trazendo novos conceitos para as pessoas, tanto para a cultura, quanto nas atividades voltadas ao senso comum.
sábado, 9 de julho de 2011
No tom musical,na harmonia dos pensamentos,no sentir essencial,no esquecer dos lamentos,na experiência de mariposas apaixonadas
Suave, brando na temperança do interior...distinto olhar do amor...
A chama apenas serve para formar o coração, de resto o toque é mera colocação...
Nos enfeites de meiguice, um sopro da distância, bobagem que existe...
E no escolar-se prazeroso jeito de viver, o flerte está na forma de escrever...
Quão quente aperto ao desenhar as letras, no exuberante prazer onde quer que você esteja...
O passar a mão no rosto e apalpar o nervoso, no escondido moderno jeito de se encontrar...Na tala do peito no dilúvio de se enamorar ...
Na emoção divina diluída em gotas de saudade...Na prestação de atenção sem um pingo de maldade...
Há séculos ...mas a eternidade nunca termina...
Tirei de mim o olhar belo e o contemplar-se das coisas...mas ainda tenho o sentimento intacto de boas maneiras e a civilização do sentir, talvez apenas um vaso e hoje será melhor, o coração é um recipiente de boa serventia e de boa qualidade!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
No vazio das horas...
Como uma guitarra desafinada, no sopro sem saída, como uma agulha ferina que decreta a perfuração da alma, como a lágrima mais carente do sonhar, o sentir mais só do luar, no céu sem lua, na pureza descarada, nos joelhos sinistros dos joguetes de Cinderela, nos dedos viris do toque do amor, na xícara de chá vaga sem gosto e nem bela, nos olhos mais ardentes palpitantes de mulher, na roupagem pobre das flores, na larga dor amarga sem zelo ...no rastro do capim do dia estando no mato das horas...na nojeira e vaidade pobre, na la caída dos seios...viva e constante no pegar a vida...nos arames farpados do ego sem zelo...na lágrima que não cai, sem cair lágrimas vai...no quadro mais sem quadro da figura do ''ser''...no gosto de fêmea querendo a evolução inesperada no viver...
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