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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Bem me quer, mal me quer...

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Pétalas despedaçadas, 
Se vão, tomara que não voltam...
O ano finda, e o lixo interno as vezes fica...
Porque não jogar tudo fora?
Limpar a cabeça, e além de comprar uma roupa nova, renovar-se...
Sorrir não por convivência social mas por realmente deixar-se ser feliz por algum instante.
Esse ano, você foi você de verdade?
Lutou pelo que desejou?
Tirou tempo para o seu silêncio?
Você teve tempo?
Mais um ano se encerra...
Nossos atos não foram reformados, nosso olhar malicioso não mudou...
A verdadeira fraternidade, assim que termina o natal é guardada na gaveta...
Aí começa o carnaval, e começa o ano...
Aí termina mais um ciclo e nem se reflete pelo ciclo que findou...
As pétalas despedaçadas mal te querem...
Porque de bem querer poucos vivem...
Onde está?
A elegância do respeito...
A doçura da compreensão..
O acolhimentos dos defeitos...
O zelo por quem precisa de auxílio...
Mais um ano se encerra e 365 dias de pétalas despedaçadas se inicia...
Onde está o bem querer?

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dezembro



Tu não és culpado dos alhures e quermesses híbridas,
Tão pouco da abundância de comida e da fome,
Não és responsável pelo esquecimento dos que necessitam ou da sua lembrança no seu mês apenas,
Nem pelas futilidades das roupas e sapatos,
De fato, tu poderia ser esperança, uma boa lembrança,
Mas normalmente tu é bebida, comida, farra  e um agradecimento único,
Porque tu não sobrevive o ano inteiro?
Para que agradecimentos, caridade permeie?
De fato, dezembro é descanso,
Mas também é cansaço da alma, por ver festejos externos e nenhuma mudança interna,
Tu deveria realmente revigorar, entretanto eu sei que não é tua culpa,
Você é o mês onde Jesus nasceu, que honra...
Pena que no resto do ano Jesus morre todos os dias,
Com desventuras e hipocrisias...
Mas ainda assim completo mais um ano,
Talvez para que eu aprenda que todos os meses árvores pomposas dentro de nós devem ser construídas,
Para que sustentados possamos aurir um futuro melhor e evoluir fora de um dezembro passageiro...

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Paixão, um pedaço de nós em erupção...

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Não diria amor, mas a paixão... ah essa quando chega, tudo muda, os olhos mudam, o coração acelera, você tenta ser uma pessoa melhor para agradar o outro e para que o outro se orgulhe de você. Tudo se move com o pensamento na pessoa amada. E o ciúmes? Dilacera por dentro, parece que um comentário de uma figura feminina, quebra todos os nossos pedaços, os últimos que sobraram, rs porque a própria paixão já nos estraçalha por dentro. É algo que dá vontade de chorar de saudade, que dá vontade que os tempo pare quando estamos juntos com quem amamos. É algo extraordinário e para corajosos. Porque meu amigo, é um exercício suado de tolerância, empatia, equilíbrio emocional, respeito e zelo. É um teste infalível, e quem não passa nem 50% no mesmo, briga por ciúmes, grita de sofrimento quando traído, esquece de si mesmo e dos outros... Paixão é uma faca de dois gumes, tem que se deixar levar, mas tem que saber como ir... e quem não tem experiência, como vai? rs És a questão... tudo fica mais difícil, isso é fato...mas ir com cuidado é um grande passo firme.
Paixão: Uma montanha russa sem freios.
Paixão: Uma vela pegando fogo.
Paixão: Um oceano inteiro.
Paixão: O nu mais belo.
Paixão: Doença que corrói a alma.


domingo, 4 de outubro de 2015

Um silêncio...

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Sou um espaço sem vírgula,
Uma incógnita,
Um pressuposto de um amanhã,
Sou um beco sem saída.

Sou um alecrim não dourado,
Porque adulta sou, mas não sei,
Uma culpa,
Uma sabedoria ou um vácuo.

Uma esperança e uma pureza,
Uma confusão de ideias,
O que conseguem ver e não ver,
Isso é fato: sou sutileza.

Sensível como uma rosa,
Medonha como a sombra,
A lembrança de si mesma,
Sou um silêncio ou uma prosa.

Prosopopeia...
Lírica ou um rock,
Não sei...
Talvez um arcabouço sem rima...


Porque sou sensível.



Tem gente que amamos de um jeito que é muito puro e viril, que desejamos todo bem do mundo. Que as mãos definem caminhos,
 Tem gente que os olhos nos dar vontade de entrar dentro da pessoa, que o sorriso; a expressão mais doce possível, que o abraço é o beijo da alma,
Tem gente, que queremos pegar por inteiro de uma única vez e colocar no colo, cuidar para que nada toque, arranhe, rasgue, machuque, que queremos pegar todas as dores  e engolir para que ela nada sofra,
 Tem gente que chega meio que sem querer, quando vemos: já chegou e já tomou conta de nós. Que o andar a gente admira, que os defeitos a gente aceita,
Tem gente que amamos tanto, mas tanto que dá vontade em um único beijo colar na pessoa e nunca mais soltar,
Tem gente que amamos tanto, mais tanto, que choramos de amor. Que se a pessoa falar oi, parece que é um eu te amo...risos...
Tem gente que é tão puro de coração que chora quando briga com os familiares e se culpa por ter brigado,
Tem gente que trabalha não só porque tem que trabalhar, mas porque ajudar a família é importante e isso é simples e ao mesmo tempo extraordinário,
Tem gente que prefere estudar um fim de semana inteiro porque é responsável e quer evoluir intelectualmente,
Tem gente que ama como pode não como queremos, mas o que importa é que ama,
Tem gente que é tão lindo, mas tão lindo que enjoa por ser tão bom por dentro,
Tem gente que adora criança porque dentro de si existe uma criança linda sendo revelada,
Tem gente que só vive cansado, mas nunca deixa de lutar,
Tem gente que invade a vida da gente e nos faz simplesmente amar.


domingo, 7 de junho de 2015

O silêncio de Melinda

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Não escolhi esse título por acaso. Ele se trata de um filme, cuja história é muito forte e triste, já que perpassa por uma situação de violência sexual e posteriormente retrata os aspectos depressivos da protagonista. A mesma foi excluída e julgada a todo momento (Melhor entendimento, assista o filme!). Assim penso: Será que alguém é tão auto-suficiente que aguente a todo instante ser julgado? Será que sabemos o que o outro passa para nos sentir no direito de julgar?
Esse filme ressignificou o meu silêncio, não como o caso de Melinda, mas como ela se sente, julgada e excluída. Muitos leitores vão dizer que estou derramando aqui os meus sentimentos deprimidos e que deveria me dispor a escrever coisas boas, outros talvez poderá também ressignificar o seu íntimo com tal texto. Estejam a vontade para as críticas. 
Pensei muito, antes de escrever esse texto, porque ele contém algo que faz parte de meu sofrimento psíquico, e me desculpem os leitores, estou escrevendo mais para mim do que para quem está lendo. Talvez porque seja tão difícil ser acolhida, ser escutada sem acusações, ser respeitada no meu jeito de ser. O meu silêncio, como o de Melinda, diz muito mais que as minhas palavras. Mas hoje quis falar, quis falar porque é difícil encontrar dentro de certos parâmetros sociais e econômicos, possibilidades de uma escuta profissional, posso dizer isso com muita certeza, pois a quinze dias, marquei consulta psicológica em um serviço psicoterapêutico de uma instituição, sendo que as taxas da terapia seriam simbólicas. Eu saltitante fiquei, quando em mim veio um pensamento: meu silêncio vai ter fim, vou confiar em alguém para contar o que sinto, e vou ser ouvida sem lições de moral. No entanto um desastre ocorreu. Fui surpreendida quando soube de comentários no corredor do serviço, futuras psicólogas rindo e fazendo pouco caso de seus pacientes, desdenhando de cada um. Sorte minha que seria minha primeira consulta, porque imagine só, já me encabulo no silêncio imagine depois de ouvir pessoas desdenhando dele? Iria sentir que nem meu silêncio pode ser respeitado. Triste e muito revoltada com tal postura anti-ética, resolvi me abrir com meu terapeuta supremo, o meu blog, como sei que  quase ninguém ler, não fará muita diferença mas ao menos dá uma sensação de ser escutada. Assim penso, como julgar os outros por serem mal resolvidos? Se nem sei ouví-lo e respeitá-lo?
Voltando ao filme, da linda Melinda, que me fez chorar bastante (Só uma pontuação, para que eu não me auto-boicote: iria escrever; "filme que me fez balbuciar ao chorar"). Sim, chorei feito criança com saudade do aconchego materno! Chorei sim, porque o silêncio de Melinda é a expressão da minha fala. E agradeço muito  a esse filme, por me ter permitido falar. 
Para notícia boa, para meus poucos leitores, talvez eu mesma e mais outra parte de mim que desconheço, (risos), me consolarei procurando outro serviço especializado, talvez assim eu seja escutada... talvez assim eu seja acolhida, entendida. Talvez assim, eu consiga escrever o que tanto querem ou o que eu mesma quero. Escrever coisas mais positivas, equilibradas e bem resolvidas. Mas como sou pobre mortal, ainda nesse desfecho de cuspir o que me incomoda, me refaço nessa companhia.

quinta-feira, 19 de março de 2015

"Vento ventania me leve para qualquer lugar"...É a vida, ciclo de experiências!



Como diz a música: "Vento ventania me leve para qualquer lugar"... o ciclo da vida é libertador como o vento mas nem sempre as experiências não deixam marcas ou sofrimento...
Feliz daquele que se diz ser desprendido e realmente é desprendido. Na verdade todos somos apegados, seja as nossas mazelas, seja as nossas beneficências. Algumas mudanças trazem realmente felicidade e aprendizado mas a palavra ''mudança'' remete a ciclo e esse possui fases, estações, épocas. A forma e o tempo em que vamos nos permitir experienciar novas coisas dependerá do nosso preparo emocional e do nosso estado psicológico. 
Felizes daqueles que não são tão sensíveis e que não sentem tudo a flor da pele, pois ser profundo em tudo é ser real de mais com a emoção... 
O que importa é que a mala tá pronta mas as vezes precisamos seguir sem bagagem, o que for de bom deve ficar no coração, entretanto não devemos confundir boas experiências com velhas quinquilharias! O melhor é realmente seguir em frente e respirar fundo!











quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Escreva-me solidão!



Diante do tempo, as palavras gorjeiam dentro do peito, como um toque de sino de igreja que deseja estabelecer conexão com fiéis. Estabelecer um local aconchegante pra si mesmo em meio ao cotidiano tão corrido, ser fiel a si mesmo, se visitar, é importante. A escrita é um reverberar-se de emoção mas as vezes estas estão tão contidas, abatidas, pálidas, enfermas que nem o papel aguenta tanta fagulha, nesse caso, o melhor é calar-se e sentir o momento, ficar consciente de si e do mundo. São tantas palavras que meras páginas refratárias não caberíam tanto incômodo. A solidão íntima, é tão profunda que ninguém ocupa  esse vazio, só as próprias palavras que completam o próprio corpo e a própria alma, pois nem sempre carícias e sussurros são resoluções de problemas internos, esses só nós mesmos para resolvermos. Nem posso afirmar que devemos nos recolher  apenas a ser um, claro que  deve-se ocorrer socialização e conversas com amigos, com terapeuta, com psicólogo, com quem lhe agrade mas compreender-se é um dever só nosso, e compreender-se para viver melhor e ter bem estar consigo mesmo é compromisso nosso, e nem sempre é bastante falar ou escrever, mas sim, sentir a vida e a si mesmo, em cada passo, seja para se modificar, se aceitar, seja para se libertar...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Uma carta interior...




Na destreza do caminhar é necessário aprender a ser sozinho, mesmo que você tenha sido sozinho a cerca de algum tempo, (risos). Tá, tá bom, não se acomode em ser sozinho pra sempre. O que eu quero dizer e na verdade finjo que não quero dizer, é que siga em frente, vá, divague um pouco, seja sozinha ou acompanhada, olhe em sua volta, se deixe levar um pouco pela falta de juízo, se permita errar, se permita conhecer novas pessoas. Hey, não tenha medo! O máximo que pode acontecer é você se machucar, e isso um dia tinha que acontecer não é, faz parte da vida?! Ora bolas, beije mais, ame mais, viva mais. Até parece aquela propaganda clichê que sempre passa na televisão. Mas é verdade, ame, isso também é se cuidar! Desaprenda a ser sozinho, aquela fase de divagações também acaba sabia!?

sábado, 31 de janeiro de 2015

Repetindo...




''Sorriso de menina sem a graça''





   O meu capim molhado de sossego, quando passa um vento se estremece
no extremo do que é extra, extravagante excludente laxar de seco...Um
passo no olhar da esquina que acha que me ver, outro  movimento ao
passar na porta do mundo fechado... é a sorte da chave do meu ''eu''...ao
andar um sorriso, um lamento, um procurar de um segurar de mão...ah
sim ! Reverberar de ocupar-se no prazer de Duquesa sem Duque, um gosto
amargo na boca pelo não provar de doce sentimento intacto sem Platão
dizendo a beleza da mente quando sente o que não é sentido pelo toque ,
mas no toque de chorar... e no rio com vários afluentes me encaixo nesse
sem espaço de suprir o decadente sofrer por nada ter tido nem no falar ,
por ser pouco o  platonismo... e no querer de domingo, no querer de
andar no sol lindo, no lindo sol de domingo  na diversão.Um faltar do
nunca ter, um beijar sem sentido não é visto nesse turbilhão, da terra
de borboletas, nas borboletas sem terra e sem asas... com cor de beleza,
sem instrumentos de defesa só batucando na sem clareza do escuro sol
de domingo... e sem mala na viagem do caminho.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Solidão?



Muitos dizem que é solidão...
Outros dizem que é tristeza...
Outros falam que é vitimização...
Muitos possuem pena...

Só que o vento é companhia que toca...
A música é o alívio das tristezas...
E vitima, só se for dos próprios defeitos, assim ninguém é vítima de nada...
Pena só as que voam...

Porque o que é...  é apenas ser o que é...
Sente as dores e aprende com os ferimentos...
Caminha entre espinhos e aprende a se defender...
Para alguém solitário será que isso já não é muito?

Ou não é muito aprender consigo mesmo?
E pra quem tem apenas o vento...
As nuvens e a chuva são apenas instrumentos de evolução...
Porque não deixa em paz a sua solidão?

Nem todo mundo consegue aprender do jeito que você aprende!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A vida passa...


A vida passa...
O ano passa...
As pessoas vão com um rio...
Aprendemos e desaprendemos...
Tudo é um ciclo...
Um movimento...
E tudo passa como a vida...
Simples assim ou talvez complicado...
Em uma jornada, em um caminhar...
Pedalando pra frente ou voltando...
Como queira o coração...
O ideal, é estar bem resolvido...
Refletir o infinito...
Refletir o coração...
Voar e seguir...
Adquirir evolução...
Assim mais um ano finda...
E que possamos pensar na saúde, no dinheiro, na paz e no amor...
E que além de tudo isso...
Possamos pensar no senhor...
Na espiritualização da alma e no bem...
Que 2015, seja mais um ano que te oportunize se melhorar!

Nos encontramos por aí!