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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Mar de solidão...

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Não sei se foi melhor,
Não sei se foi feliz,
Se foi amável,
Se foi de luz...

Só sei que em mar de solidão,
Em ar de teoria,
Em que as críticas e julgamentos permeiam,
Só sorrir... para se assegurar  que ainda está respirando...

Só sei que em mar de solidão,
A agonia travada no peito é o engasgo do desespero,
O rum do tédio,
A infelicidade do desejo...

Só sei que em mar de solidão,
Um sopro de choro guardado,
Um laço desarmado,
Uma cor sem cor e um som sem som,

Quem sabe quando?
Quem sabe como?
Um ar de desespero se desfaz?
Se despedaça...

E o amor se instala,
O zelo,
A paz,
A tranquilidade do ninar...

Porque em mil berços só um se estrutura bem,
Em mil berços só um vintém de ternura,
Em mil berços o destempero e o embaraço se instaura,
E a neurose só permanece por conta da fé...

Em mar de desespero,
Se apercebe o dia,
Em que uma atitude lançada,
Dois lados e um nada...

Em mar de desespero,
Estática em um ambiente hostil...

sexta-feira, 15 de julho de 2016

O quê?

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Eloquente, quente...
Como um recipiente cheio de sagacidade, 
De respiração e emoção,
Como coração fora dos padrões...

Sonhar...

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Porque sonhar é se encher de vida...
Renascer as profundezas da alma, onde está grita...
É vibrar de emoção...
É ser suave com a rosa..,
Intenso numa prosa...
É ter fé em si e no mundo...
É retroceder a tristeza e evidenciar a alegria...
É viver com energia...
Ou simplesmente viver...
É ter expectativas...
Uma voz ativa...
Na defesa de si mesmo...
É acreditar na esperança...
Com perseverança...
É galgar bons frutos...
É voar...
 É amar...
É evidenciar uma luz interior...
É estar disposto...
Defender seus gostos...
Ser anormal...

Ser um tanto feliz...

O infinito...

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O tempo as vezes é janela aberta, as vezes é porta fechada, 
Prisão inocente das emoções, 
Ou talvez das incertezas...
O tempo se repete e parece infinito...
As vontades se apresentam quando num sopro as lágrimas caem,
E num sopro, nesse leve sopro do vento, a vida avisa que;
O tempo acabou.
Tempo é paciência, 
Respeito entre o sol e a lua, 
Entre o porvir e entre o existir, 
É o vazio incerto, 
E ao mesmo tempo, a única certeza, 
De que se acaba por algum instante...
Tempo, tempo, tempo...
Entre a calmaria e a angústia...
Tempo é contradição...