Visualizações de páginas da semana passada

sábado, 14 de setembro de 2013

O último pôr-do-sol!


Liberdade...
Um olhar sem prisão
Um olhar sem enfoque
Um olhar que desabroche
Um olhar de opinião

Tal liberdade...
Aquela que ninguém chora
Aquela que viver é desapegar-se
Aquela que viver é entregar-se
Aquela que ''livre'' é quando mundo não incomoda

Assim liberdade...
Estremece gente não entendida
Estremece, pois ninguém a sente
Estremece, pois ninguém se recente
Estremece porque ao entender é excedida

Aí liberdade...
É naturalidade
É resignação
É expressão
É simplicidade

Liberdade...
Você mesmo, sua adaptação!


Tranquilidade...




Resiliência...
Quando o coração se entristece e padece...
Quando o mundo material sufoca...
Quando as diferenças magoam...
Quando temperança sem tempero...
Paciência...
Quando agitação social...
Quando a roupa não pode ser bordada...
Quando a vestimenta do ''eu'' é sem harmonia...
Quando a si e por si vive...
Harmonia...
Quando confusão bombeia...
Quando a vida fere...
Quando aprisionado se sente...
Quando cobrança enlouquece...
Paz...
Quando solidão não for sentir-se só...
Quando a aceitação reside...
Quando o sorriso é bonito...
Quando o descanso estiver...
Tranquilidade...
Quando viver por naturalidade...
Quando não se cobrar e cobrar o outro...
Quando se realizar e dormir...
Quando ativo estiver para a alegria...

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Filtro dos sonhos...


Filtra-me vida, nos caminhos tortuosos...
Mostra-me o ar onde a ponte do bem se estabelece...
Regenera-me das angústias materiais...
Fazendo-me límpida e refazendo-me das lamurias comuns...
Faz de mim peneira de coisas negativas...
Permeie o bom e o bem pensar dentro de mim...
Refrigera-me com a paz e temperança...
Para que de criança, adulta poderei ficar...
Assim, forças pertinentes e naturais, refaça-me...
Promete a mim ternura e cuidados...
Abraça-me como folha perdida...
E me ensina a enomorar as dificuldades como situações para ter coragem...
Estimula-me a vida, para que eu possa engolir a mesma sem receios...
E me envoca na dança do cântico da emoção...
Ah! Ah vida! me protege dos olhos ruins...
E faça meu coração tentar ver o que há de positivo em tudo...
Resiginifica-me, pois pequenina sou...
Mas nos signos faça adentrar o filtro dos sonhos...
Onde tais significações possam me fazer pessoa lúcida e feliz...
Afirmando e se reafirmando na vida como espírito aprendiz...
Espiritualiza-me para que eu possa ser o ''bem''...
E confessa que me ama, me dando carinho...
Vida...
Deus...
Vida e Deus...
Deus é vida...
Deus, filtro de sonhos!

Ventos receosos...



Relicário era pra ser, será?
Sensibilidade era pra ter, terá?
Compreensão era pra dá, dará?
Emoção era pra sentir, sentirá?
Sedução era pra permitir, permitirá?
Dúvidas era pra existir, existirá?
Ventos era um sopro, soprará?
Cruel...
Doce ou amargo?
Cruel...
Guardar-se por inteiro, sobrará?
Sentir por completo, se completará?
Comprender para ser compreendido, compreenderá?
Emocional por segundos, se emocionará?
Seduzir ou seduziu, seduzirá?
Dúvidas, sinônimo de receio, duvidará?
Ventos como fulga, fugirá?
Cruel...
Doce ou amargo?
Cruel...
Quando enamorados?


terça-feira, 10 de setembro de 2013

A onda vai, a onda vem...



Sonoridade saudade...
Forte, bate, se desfaz e se constrói...
Se constrói medo na água fria...
Fria música sem o abraço...
O abraço suntuoso do olhar...
O olhar solitário quando seu cheiro não exala...
Exala perfume a formação lenta...
Lento sentimento, floral mais adequado dos ventos...
O vento vai e vem, como a lembrança...
Lembrança do toque...
O toque dos lábios como o beija-flor em flor...
Mas flor de amor ainda não surgiu...
Surgirá no momento em quê a maré estiver baixa...
Baixa a voz também estará...
Estará numa única voz, na sonoridade do mar...
O mar do abraço, do beijo de enamorados, mar da esperança...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Menina aprendiz!




Menina pensativa...
Na lateral do ônibus talvez a imagem do mar permeie receio...
Logo na esquina a descida, onde o vento sopra em uma antítese...
Depois a menina a sonhar, no seu conto sem rima sente o próprio ''eu'' mas perdido que nunca...
Onde foi parar a segurança das nuvens? Se as mesmas são inseguras, e andam com o vento...
Um clima sem cristalização, sem emoção, sem o toque repetido da mente...
Menina não entregue ao sol, pois o mesmo ainda sem brilho...
Mas menina meiga, arredia, simplória em vão suspira por querer um contentamento...
E aquele esperar angustia, porque não adianta não esperar, o tempo sempre dá um jeito de chamá-la...
Talvez porque o inconsciente murmura por uma realidade afável...
E o descompasso do tchau refaz a angústia logo a frente...
Seres humanos esperam muito do outro, esperam muito da vida incessantemente...
Assim...
Menina...
Sempre menina...
Espera a escolha ávida de um abraço concreto, nada mais natural para o menina mulher!
E agora teclando a mente, a menina se curva aos céus, tentando encontrar paz!
O que esperar?
Menina, pequenina e boba se refaz....
Aguarda o sol chegar, nem perto, nem longe...
No momento onde o relógio marcar os segundos de contemplação...
Aí menina, hoje ou amanhã, aquele aroma de aconchego envolverá os teus sórdidos anseios...

domingo, 21 de julho de 2013

Silêncio...


Não como cicatrizes fétidas, nem como o sorriso que a vida grita como desdém, nem como as lágrimas de recolhimento do peito...
Talvez como um porvir de situações...
Pensar, pensar, refletir...
Flores as vezes desabrocham e as vezes se recolhem para em melhores primaveras cantar..
Para que o ar da vida fique menos denso, para a confiança do pólen das borboletas revigore o colorido das formas e que o sol possa iluminar fornecendo energias salutares...
Flores...
Flores...
Aguardando o desabrochar...