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domingo, 17 de julho de 2011

Ah se eu te pego!

Flores do Jasmim, lindas flores no capim, flores douradas da música sem palavras, flores de saúde no desejo do beijo que consome a alma frígida intransigente, lá no fundo do interior interiorizado sem horror, o pouco pudor dos olhos e a calma do sonhar...naquele toque sem vazio a madeira do ar é a leveza do amar, e nas cores quentes de desejo a sagacidade da voz é o engolir o jeito do outro, uma doença irritante que aumenta o tom de voz quando o encontro das energias faz estremecer os pés, e aquela sensação de sempre está junto se engrandece quando o estímulo pra tal é o abraço mais apertado que o aperto dos olhos quando a etapa do tocar é a inflamação do beijo... e as duas coisas se aconchegam no chamego da expressão!

sábado, 16 de julho de 2011

O senhor da vitória!

A porta ao verde, a porta da esperança, a porta que dança, minha porta sem zelo, a porta de desejo, a porta amorosa do amor sem cor, a porta charmosa do amor de amor, a porta maravilhosa que oportuna minha alma, a porta de Deus pai todo poderoso, a porta da vida de minha casa, a porta do paraíso, a porta é um sorriso!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

E que a paz esteja em tudo, que as formas de agir sejam harmoniosas, e na delicadeza em viver a educação é essencial!

Praticar a paz de espírito, olhar o mar, as coisas belas feitas por Deus, presenciar as coisas simples e essenciais, como? É só ouvir o interior, é o primeiro passo para transmitir a paz nas relações sociais. Tranquilidade só existirá se existir harmonia e leveza com nós mesmos!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Pausas...

As lágrimas caem como um rio, a dor que fere a alma, o rochedo das colinas faz a música ter o tom mais duro do ar...a saudade rasga o peito e os seios a fora se escamam de petulância e vergonha...as vozes, as vozes, as doces amarguradas vozes do coração...na água que passa e transporta a sofrimento interior nas conservações sanguíneas que sangram...aquela coisa impertinente e perdida sem saber o que é...no jeito nunca de mulher, com açúcar e com afeto no terno de criança, a vida é um lixo que inflama os olhos...

domingo, 10 de julho de 2011

oração . a banda mais bonita da cidade

a balada da bailarina torta

Desvalorização da mulher.

Formulada para uma professora  que  na fórmula de aluno cria um esteriótipo infeliz por tamanha desigualdade social mas por ventura desejo-lhe tamanho valor por ser mulher!

  Há séculos a mulher vem sendo explorada socialmente em diversos sentidos. A mulher é vista como atributo servil, social e conjugal. Ganhou espaço na sociedade por luta e dedicação além da liberdade de expressão e da liberdade intelectual que revolucionaram.
  O valor da compreensão e respeito não é voltado a mulher por questões históricas e socio-culturais. Desde tempos antigos ela vem sendo subordinada ao homem, considerada inferior em diversos locais do mundo, exemplo de épocas remotas no Egito em quê, com a morte do esposo a esposa deveria ser cremada viva e seus restos colocados no túmulo do marido. Desde sempre foi tratada como objeto útil ao sexo e aos afazeres domésticos sem poder opinar, ter senso crítico e demonstrar intelectualidade.
  O carregamento de décadas vindo ao desvalor da mulher tem sido adaptado para atualidade, o que consta na liberdade de expressão e profissional, fazendo-as ter acesso ao espaço social porém a figura feminina tem sofrido com novos problemas: a violência, o sobrecarregamento de atividades, o preconceito, as cobranças morais da família e as imagens modernas voltadas a ela; vistas em propagandas como produto atrativo ao consumo e ao sexo auxiliando no marketing, nas formas pejorativas das letras de músicas de diversos estilos que degradam e estimulam um esteriótipo tornando-as símbolo pornográfico de cunho prazeroso.
  É necessário respeitar as diferenças e adaptá-las aos dias atuais. A mulher é um ser produtivo e essencial para a sociedade quanto o homem, por isso devem ser tratadas com suas limitações como um ser capaz de auxiliar e produzir. As medidas que deveram ser tomadas é de estimular o senso crítico em todos os conjuntos acadêmicos  trazendo novos conceitos para as pessoas, tanto para a cultura, quanto nas atividades voltadas ao senso comum.