Visualizações de páginas da semana passada

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A onda vai, a onda vem...



Sonoridade saudade...
Forte, bate, se desfaz e se constrói...
Se constrói medo na água fria...
Fria música sem o abraço...
O abraço suntuoso do olhar...
O olhar solitário quando seu cheiro não exala...
Exala perfume a formação lenta...
Lento sentimento, floral mais adequado dos ventos...
O vento vai e vem, como a lembrança...
Lembrança do toque...
O toque dos lábios como o beija-flor em flor...
Mas flor de amor ainda não surgiu...
Surgirá no momento em quê a maré estiver baixa...
Baixa a voz também estará...
Estará numa única voz, na sonoridade do mar...
O mar do abraço, do beijo de enamorados, mar da esperança...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Menina aprendiz!




Menina pensativa...
Na lateral do ônibus talvez a imagem do mar permeie receio...
Logo na esquina a descida, onde o vento sopra em uma antítese...
Depois a menina a sonhar, no seu conto sem rima sente o próprio ''eu'' mas perdido que nunca...
Onde foi parar a segurança das nuvens? Se as mesmas são inseguras, e andam com o vento...
Um clima sem cristalização, sem emoção, sem o toque repetido da mente...
Menina não entregue ao sol, pois o mesmo ainda sem brilho...
Mas menina meiga, arredia, simplória em vão suspira por querer um contentamento...
E aquele esperar angustia, porque não adianta não esperar, o tempo sempre dá um jeito de chamá-la...
Talvez porque o inconsciente murmura por uma realidade afável...
E o descompasso do tchau refaz a angústia logo a frente...
Seres humanos esperam muito do outro, esperam muito da vida incessantemente...
Assim...
Menina...
Sempre menina...
Espera a escolha ávida de um abraço concreto, nada mais natural para o menina mulher!
E agora teclando a mente, a menina se curva aos céus, tentando encontrar paz!
O que esperar?
Menina, pequenina e boba se refaz....
Aguarda o sol chegar, nem perto, nem longe...
No momento onde o relógio marcar os segundos de contemplação...
Aí menina, hoje ou amanhã, aquele aroma de aconchego envolverá os teus sórdidos anseios...

domingo, 21 de julho de 2013

Silêncio...


Não como cicatrizes fétidas, nem como o sorriso que a vida grita como desdém, nem como as lágrimas de recolhimento do peito...
Talvez como um porvir de situações...
Pensar, pensar, refletir...
Flores as vezes desabrocham e as vezes se recolhem para em melhores primaveras cantar..
Para que o ar da vida fique menos denso, para a confiança do pólen das borboletas revigore o colorido das formas e que o sol possa iluminar fornecendo energias salutares...
Flores...
Flores...
Aguardando o desabrochar...

sábado, 13 de julho de 2013

Distância a esperar o encurtamento!



Distância...
Na volúpia dos versos, no descompasso do coração...
Na distância, talvez da emoção...
Aí... bate o tambor do relógio...
As responsabilidades permeiam o lar...
O coração bandido, desanimado não se acalanta... na dança, sem dança, ele dança...
Em libras se comunica...
No entanto, tal caminho distante...
Que parece cansativo...
Onde as folhas letradas do peito revigora-se...
O descanso, até das reclamações faz estabelecer as forças...
O crescimento no caminhar se refaz...
E a mente positiva faz de consoantes e vogais um grande livro...
Um mapa dos sonhos...
Os sonhos...
Ainda um existir...
Fortemente...
No caminhar...









quinta-feira, 11 de julho de 2013

Pétalas... porque a flor se integra quando o coração está ocupado!


Pétalas...
No vermelho...
No desejo...
Poeticamente a vida?
Na mania de sonhar...
No bem estar do querer...
Sendo o ''ser''...
Esquecendo do ''ter...
Querendo só você...
Uma interrogação?
Basta aparecer?
Cadê?
Talvez mais tardar...
Aparecerá...
Alguém para amar...
E beijar o olhar...
Sem nada a dizer...
Esperar sem enfatizar..
Apenas colocar pra fora...
No drama da trajetória...
O sensível sentir...
Porque poetizar a nós vem servir...
Para nos mitigar que o bem querer sorrir...
É a alegria de poder sentir!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O sol sempre brilha em um consciente!

''O sol sempre brilha em um consciente''...
O respirar iluminado vagueia quando a consciência de quê estar vivo surge...
As lamurias estão ao teu redor e no círculo interno...
Libere-se, respire fundo, basta três vezes, se quiser prossiga na respiração suave e medite...
Essa meditação não será necessária com olhos fechados, sentado, deitado...
Basta interiorizar-se!
Isso se faz nas conjunturas da alma, com raciocínio lógico e sólido...
Medite sobre você, sobre o que pensa, a maneira que leva a vida e como age...
Será que o estresse que você sente não é falta de reflexão interna?
Será que a insatisfação não é falta de amor próprio, quem se satisfaz consigo se satisfaz com qualquer coisa...
E será que o mundo é tão duro que reclamar mentalmente e verbalmente todos os dias o fará ser menos denso?
Ou será que o olhar anda denso de mais nas tensões alheias?!
Medite!
Medite!
Reflita sobre você...
Não é utópico, nem uma maneira de viver fantasiosa...
Basta verificar que somos seres e vivemos em um mundo do ''ser'', quem procura apenas o ''ter'' nada vive!
Soluce um pouco essa amargura, as reclamações e galhofadas que guardas no peito!
Tenha um pouco mais de vida, motiva-te!
Todos os seres são úteis para si e para os outros!
Viva, alegra-te, cante...
Situa-se no mundo com harmonia!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Rosa que tanto pensa o que quer!



As rosas não falam como o afã do bom dia!
As rosas rasas como os desejos de um romance!
As rosas cálidas como diz a música!
As rosas com vaso, sem vaso!
Aqueles que morrem quando o negativo entra!
Aquelas rosas ou a rosa mimosa da ingenuidade de criança!
A Rosa Maria, a Maria Rosa de consolo!
A rosa rupestre, rosa sem cor!
A rosa engenhosa, no seu jeito quer amor!
A rosa em sintonia na natureza!
A rosa que ver a beleza!
A rosa já é bela mas nem todos conseguem enxergar!
A rosa frágil, nem se quer se contém com um olhar!
A rosa colorida mas que triste comove gente!
A rosa rosada na resolução rotatória do ''eu''!
Aquela rosa que você não recebeu!
Talvez menina, talvez mulher!
Rosa que tanto pensa o que quer!
Rosa sancionada, por lei crescentemente!
Tal rosa não segue a lei dos homens mas dos inocentes!
A rosa anti-rosa!
Rosa de menina, que sonha!
Rosa pura!
Talvez eu!