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domingo, 3 de julho de 2011

Bem no fundo, intrigante e sagaz, rebolando como um desgovernado objeto é o sentir...tão forte quanto uma batida de carro...



Quente em chamas lapidadas e consolidadas de um suor viril e doce na tampa do sentir tendo de argumento o nada ter e vivendo o momento mais sensual e terno do ser no proporcionamento do toque da emoção.
A chuva do porão se foi e a soltura do amor vigora amplamente ao querer pulsar, quem sabe ...quem sabe um beijar envolvente e sinuoso e os olhos voam na música de vinil e mais moderna sendo qualificada e que o som me carregue duplamente qualificada...na monstruosidade da saudade que irá chegar sem maldade mas na ternura envolvente das palavras ...Bem no fundo, intrigante e sagaz, rebolando como um desgovernado objeto é o sentir...tão forte quanto uma batida de carro...

sábado, 2 de julho de 2011

Nas flores...




No divertimento das cores e no que é belo na vida, no sonhar doce do canto das flores...no gritar meigo, Cinderela floral sem sal no jornal do amor, querendo praticar o esporte mais bonito e de louvor, o esporte da alegria na tintura dos dias...vivenciar a vida sem cobranças insanas, apenas seguir no sentir da luz ingerida com fome ...e encher de flores os cabelos e o corpo, para as borboletas pousarem com dedicação, encher de flores o coração...e suspirar levemente na multidão...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O eco do vento!



O vento passa, o vento assopra, o vento no carro do sossego
O vento que acalma e faz terapia, o vento do interior da Bahia
O vento torpe da aurora que fez dormir à luz, o vento puro vento que só seduz
O vento seduz o corpo proporcionando sensação refrescante, o vento que leva, vento sem luz, que se torna brilhante
O vento do verde montanhoso, vento nos olhos e cabelos, tal vento saboroso
O vento indignado, as vezes do ''o'' e dos ''os'', não! vento só um, do ''o'' sem voz interior, do grito de horror
Albano Martins
O vento que cativa, sabiá na árvores tal é o vento, puro escândalo, canto dos ''us'', os ''us'' dos urubus!










Margarida!

Ingenuidade, pureza e elegância a margarida no seu cheiro de sonhos leva alegria por aonde passar...
Singela flor, sem maldade, alinhada, descontraída e firme, livre como o ar...obrigada!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Buscando harmonia...

Olhar o mar, o céu, a vida, olhar as flores e saídas...olhar pra dentro e desejar tudo de bom, olhar o bom não é apenas otimismo é o encontro do paraíso existencial, revigorar-se, chorar e limpar o tédio, sentir os caminhos e se libertar de toda agonia, viver e viver, andar pela vida esperando qualquer coisa, esperando nada, fechar os olhos e esquecer à agitação, olhar pra dentro, perfeita comunhão...ouvir Deus, ouvir o interior, desejar o bem e o amor, desejar e ter , procurar ter, fabricar, sentir o verde, sentir o corpo, o toque e a amizade, sentir sem pedir nada em troca, sentir de verdade!


Liberdade é saber quem somos, conhecer o que somos é entender o sentido da vida, o sentido da vida é o nosso próprio sentido, nosso próprio sentido sem intervenções externas...




Existe um buraco que no seu interior há várias curvas que levam à mais buracos.Assim é a vida, um buraco cheio de caminhos que levam para outros buracos e assim sucessivamente...ter a rosa em si não é ter a vida em si, a vida é livre não nos pertence mas nós pertencemos à ela, isso que é liberdade, se deixar viver sem superficialidade, caros loucos como eu; a loucura está em todos. Em pouco tempo escrevi indagando sobre liberdade, hoje retomo o assunto desvendando ela, sempre estamos e fomos padronizados e o nosso próprio individualismo é padronizado, a sua personalidade não é sua porque você não diz quem você é porém não temos culpa, nem mesmo sabemos quem somos, a liberdade justamente pode está vinculada neste sentido, pois ser livre não é dizer o que quer e fazer o que quer, não estou dizendo para não termos padrões, seria utopia. Liberdade é poder se libertar das amarras sociais, se desvincular disso não é ser sem moralidade, é olhar pra dentro de si mesmo e se sentir...é simples, ser livre é apenas saber quem somos na nossa essência , sem fazer cálculos do que aprendemos socialmente. Porque isso é ser livre? é ser livre porque é assim que poderemos conhecer o mundo e o que está na nossa volta, é poder saborear por nós mesmos sem intervenções, a liberdade só está associada ao ''eu'' e mais nada, nada material, nada externo,  tudo interiorizado que provém apenas de nós...
Assim é a vida, um buraco cheio de caminhos que levam para outros buracos e assim sucessivamente...por isso ela não nos pertence, não tenha medo dos buracos, se você se conhecer e sentir a vida não terá medo de nada...se vier lucro, vai ser bom, se não vier lucro também vai ser bom, porque você se sentiu, sentiu a vida e o sentido dela: evoluir!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Conjunto sem comunhão...

Nos deleites infantis na pornografia humana, a família; conjunto de insatisfações na busca por prazer, retira o azedume  da poluição do dia azedando toda comunhão essencial.
No toque e na prestação de serviços tal conjunto não só é facilitador também é  pró-cliente dos afazeres dométiscos.
Quando o ar de petulância alheia atinge esse círculo nem união é visível em tal roda, o caminho de ternura e interação afetiva torno-se a estrada da ignorância emocional: orgulho!
Olhando para o lado e para o outro; um cenário até belo, pássaros á cantar, sutileza familiar. Ao fechar os olhos tudo parece falso e ao  abrir novamente tudo se concretiza, a realidade suja se vitaliza, petrificada e sangrenta quando as palavras produzem grandes ferimentos.