Onde as páginas é a vivência e evolução interior, cada traço é um suspiro de emoção, as palavras transgridem o ser, dentro do coração...
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sábado, 28 de julho de 2012
5 a Seco em "Faça desse drama" no Estúdio Showlivre
Eles não são lindos? risos, apaixonada! alguém me ensina a tocar violão?
Cada gota que recebo, estremece a alma, que seja real!
Quem sabe o real se aproxima, a satisfação se incuba?
Quem sabe desventura-se, na aventura de criança?
Quem sabe num deleite, um afã de solidão?
Quem sabe nos olhos as marcas do coração?
Quem sabe aconteça se for para acontecer?
Quem amanheça, em braços a mover?
Ah, quem sabe, no saber interior que eu goste de você?
Contanto que seja para viver!
Quem sabe desventura-se, na aventura de criança?
Quem sabe num deleite, um afã de solidão?
Quem sabe nos olhos as marcas do coração?
Quem sabe aconteça se for para acontecer?
Quem amanheça, em braços a mover?
Ah, quem sabe, no saber interior que eu goste de você?
Contanto que seja para viver!
Tolerando a ânsia...
Só aguardando, remando na Arca da consciência.
Sem abstinência e nem contra aproximação...
É notório o hálito da indecisão...
Mas é preciso votos de confiança para água abaixo as coisas não morrerem...
Concretizar com esperança a doçura do querer...
Aguardando para o peito soltar feito ave a mover...
Assim, meio na confusão porém prestes a viver...
Aguardando na melodia, com muita vontade de ouvir...
A música que toca a alma e o beijo do sentir!
Sem abstinência e nem contra aproximação...
É notório o hálito da indecisão...
Mas é preciso votos de confiança para água abaixo as coisas não morrerem...
Concretizar com esperança a doçura do querer...
Aguardando para o peito soltar feito ave a mover...
Assim, meio na confusão porém prestes a viver...
Aguardando na melodia, com muita vontade de ouvir...
A música que toca a alma e o beijo do sentir!
quinta-feira, 26 de julho de 2012
No ébrio do sonhar!
Um verso canalizado, um sonhar desmedido no pulsar da elegância e simplicidade dos sentidos.
Em cada gesto de ternura, na suavidade da voz, desejo de brancura, na vivacidade dos olhos...
Quando palidez envolve silhueta e repartição começa a olhar...
No ser mulher da renascença, talvez sonho seja apenas palpitar...
No chapéu do sono de criança... no balanço dos pés... a reverência que encanta, sem ao menos um
enamorar... vigília sem sentimentos...
Desejo do tocar...
Na maciez do colo, desejos afagar...
Mas silhuetas se recolhem, conjunto de sutilezas, na pureza de ingênua... talvez seja sua grandeza!
No ébrio do sonhar!
O incomum para um é comum para uns!
Oportunizar coisas reais! é um desejo imenso, simples, para muitos é algo bobo, outros acham perda de tempo mas para alguns como quem fala... és lúdico, terno e deve ser especial, real principalmente e palpável! Ah! palpável porque os olhos precisam se encontrar, as mãos do toque e as energias se compactuarem ao universo... deve ser simples e natural...deve ser bondoso e religioso... deve ser romântico, prodigioso, desapegado a matéria. Conectado com Deus.... Deve ser, um dia será?... Basta tentar, basta esperar o comum que de incomum se procede...
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Maturidade é realidade!
É intermitente, a levante aventuras!
Não, aventuras não sucedem o ser!
Ser puro, com puro coração!
Mãos a frente, na guerra da realidade!
Pés no chão, enfrentar sociedade!
Cada coisa a seu tempo...
No seu turno e indecisão.
Medo, sim!?
Medo não?!
Realidade, pés ao chão... pé no chão... pés no chão...
Vida concreta, coisas concretas!
Sinceridade faz o coração...
Assim no colinho do sonhar... primeiro um beijo, dedicação, após um abraço e uma aliança e almas se alinham... pureza! Pureza de sensação... tem que ser franco, doce e leve... sensível, doação!
O tempo mostra e não força.
Pureza!
Pés ao chão!
Não, aventuras não sucedem o ser!
Ser puro, com puro coração!
Mãos a frente, na guerra da realidade!
Pés no chão, enfrentar sociedade!
Cada coisa a seu tempo...
No seu turno e indecisão.
Medo, sim!?
Medo não?!
Realidade, pés ao chão... pé no chão... pés no chão...
Vida concreta, coisas concretas!
Sinceridade faz o coração...
Assim no colinho do sonhar... primeiro um beijo, dedicação, após um abraço e uma aliança e almas se alinham... pureza! Pureza de sensação... tem que ser franco, doce e leve... sensível, doação!
O tempo mostra e não força.
Pureza!
Pés ao chão!
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