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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Porque na vida nem sempre comandamos!


Existia um tapa sol...
Uma pena de si mesmo...
Existia uma tristeza...
E nos olhos um desejo...

Na vida, nada existia...
Em contradição queria o beijo...
No verso do bom dia...
Sem rima e sem endereço...

O coração não sabia, qual direção...
As dúvidas roubavam a paz mais uma vez....
É que a ânsia queria organização...
E o sentimento, era um talvez...


Porque na vida nem sempre comandamos!

Esperança!



E vivia a minha alegria...
De criança, de adulto, sem poesia...
Porque a vida é rápida e não adianta ficar em agonia...
Para sobreviver é necessário largar a demagogia...
Mas ser alegre é sol que irradia...
Em sinceridade não, mas em esperança em mente vazia...
Ou melancolia...
O que importa é a nossa magia...
De viver um dia após o outro no dia a dia...
Assim, deseje um bom dia!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Reverberando a vontade de sentir...





És uma doação de paz,
Doação de tranquilidade,
Que faz surgir o equilíbrio,
Em positividade.

És asas,
Para voar em seu ninho,
Amigo e irmão,
És especial com carinho.

Talvez o desapego  fosse melhor ,
Ao pensar no tempo,
Em sua mensuração,
Mas na realidade, quem comanda o coração?

Se os desejos de ficar perto,
É uma questão de destino,
Não é só uma decisão
Quem decide ao certo, são os caminhos.



domingo, 6 de julho de 2014

Para algo que nem mesmo o tempo explica...



Tão distante em dissabor...
Em sementes plantadas...
Quem não conhece tem desamor...
E uma espanto nas pálpebras...

Mãos refletem insegurança...
O olhar cabisbaixo...
O sol logo descansa...
Como o caimento dos braços...

A madeira reverbera luz...
O gosto seco reflete nos lábios...
O sol nem pensa que reluz...
E a visão, talvez um ensaio...

Para algo que nem mesmo o tempo explica...

sábado, 5 de julho de 2014

Manchas do presente...

Como uma estrada sem fim...
O que seria futuro...
Desejos, é um belo jardim...

Escancarado na cara uma sinopse...
Uma entrada pro além...
Talvez desalentado...

Além do singelo sorriso...
Uma escavação de vontades...
De continuar sem vontade no riso perdido...

Continuando a desejar...
Entre espinhos a florir...
O que encanta e padece...

Duas visões...
Uns dizem lamuria, outros franqueza...
Talvez os dois corações...

Um seja...
Uma beleza perdida...
Ou beleza no qual dá pra se perder...

Um rio e seus afluentes...
Um preciso de você...
Um dependente...


Um descompasso...
Um erro em sinceridade...
Uma sinceridade errante...

Um sucesso viril...
Sem sucesso em coisas simples...
Uma tristeza de vinil.

 A mesma coisa?
Talvez, depende de quem sente...
No sentido sem fim...

Sem fim...

Pedro Mariano- Voz no ouvido

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Um ano...

Mudanças, visão a clarear...
Uma introspecção...
Os dois sorrisos sem ação...

Um país dentro do mundo...
O mundo, apenas um vilarejo...
O céu se amplia em desejos...

Em sonhos...
Mais um ano a se esperar...
Um porvir pra se alegrar...

Sendo simples como sempre...
Já que em sonhos da realidade...
O sorriso será alegria de verdade...