Visualizações de páginas da semana passada

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tiragem...



Porque seria um brilho se o amor completasse
Se o mundo vibrasse de alegria
Se dentro de si, o tempo fosse tranquilo
E na saudade, fosse como os desejos
Aí o sossego seria vontade...
Vontade de abraçar..
Quando a lua falasse, os olhos iriam se encontrar
O aconchego e o carinho infantil
O preenchimento do grande vazio
E a curva do acaso seria inspiração
Porque o agora é o infinito...
Porque a voz não alimenta
O mundo não alimenta
É recentido
Duro
É um regresso
Viver
É um grande caminho...
Na impressão do interior...
...Tiragem...

sábado, 14 de setembro de 2013

Doação meditativa...



Sim, doe flor abrindo as mãos para um cumprimento...
Sim, doe flor abrindo os ouvidos para ouvir o outro...
Ah, doe flor para quem está sem uma palavra amiga...
Assim doe um abraço que será como flor...

Doe flor, doe um olhar terno...
Doe amizade quando desamparo surgir...
Doe paz quando guerra persistir..
E paciência, doe quando intolerância surgir...

Doe ao outro energia de paz quando ofensa existir...
Perdão quando mágoa doer o peito...
Amor quando carinho for necessário...
Lucidez quando confusão estiver...

Se doe, doe roupa, comida, doe sangue...
Energia, beijo e compreensão...
Doe passe, seja um passe...
Doe expressão...

Doação meditativa....

O último pôr-do-sol!


Liberdade...
Um olhar sem prisão
Um olhar sem enfoque
Um olhar que desabroche
Um olhar de opinião

Tal liberdade...
Aquela que ninguém chora
Aquela que viver é desapegar-se
Aquela que viver é entregar-se
Aquela que ''livre'' é quando mundo não incomoda

Assim liberdade...
Estremece gente não entendida
Estremece, pois ninguém a sente
Estremece, pois ninguém se recente
Estremece porque ao entender é excedida

Aí liberdade...
É naturalidade
É resignação
É expressão
É simplicidade

Liberdade...
Você mesmo, sua adaptação!


Tranquilidade...




Resiliência...
Quando o coração se entristece e padece...
Quando o mundo material sufoca...
Quando as diferenças magoam...
Quando temperança sem tempero...
Paciência...
Quando agitação social...
Quando a roupa não pode ser bordada...
Quando a vestimenta do ''eu'' é sem harmonia...
Quando a si e por si vive...
Harmonia...
Quando confusão bombeia...
Quando a vida fere...
Quando aprisionado se sente...
Quando cobrança enlouquece...
Paz...
Quando solidão não for sentir-se só...
Quando a aceitação reside...
Quando o sorriso é bonito...
Quando o descanso estiver...
Tranquilidade...
Quando viver por naturalidade...
Quando não se cobrar e cobrar o outro...
Quando se realizar e dormir...
Quando ativo estiver para a alegria...

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Filtro dos sonhos...


Filtra-me vida, nos caminhos tortuosos...
Mostra-me o ar onde a ponte do bem se estabelece...
Regenera-me das angústias materiais...
Fazendo-me límpida e refazendo-me das lamurias comuns...
Faz de mim peneira de coisas negativas...
Permeie o bom e o bem pensar dentro de mim...
Refrigera-me com a paz e temperança...
Para que de criança, adulta poderei ficar...
Assim, forças pertinentes e naturais, refaça-me...
Promete a mim ternura e cuidados...
Abraça-me como folha perdida...
E me ensina a enomorar as dificuldades como situações para ter coragem...
Estimula-me a vida, para que eu possa engolir a mesma sem receios...
E me envoca na dança do cântico da emoção...
Ah! Ah vida! me protege dos olhos ruins...
E faça meu coração tentar ver o que há de positivo em tudo...
Resiginifica-me, pois pequenina sou...
Mas nos signos faça adentrar o filtro dos sonhos...
Onde tais significações possam me fazer pessoa lúcida e feliz...
Afirmando e se reafirmando na vida como espírito aprendiz...
Espiritualiza-me para que eu possa ser o ''bem''...
E confessa que me ama, me dando carinho...
Vida...
Deus...
Vida e Deus...
Deus é vida...
Deus, filtro de sonhos!

Ventos receosos...



Relicário era pra ser, será?
Sensibilidade era pra ter, terá?
Compreensão era pra dá, dará?
Emoção era pra sentir, sentirá?
Sedução era pra permitir, permitirá?
Dúvidas era pra existir, existirá?
Ventos era um sopro, soprará?
Cruel...
Doce ou amargo?
Cruel...
Guardar-se por inteiro, sobrará?
Sentir por completo, se completará?
Comprender para ser compreendido, compreenderá?
Emocional por segundos, se emocionará?
Seduzir ou seduziu, seduzirá?
Dúvidas, sinônimo de receio, duvidará?
Ventos como fulga, fugirá?
Cruel...
Doce ou amargo?
Cruel...
Quando enamorados?


terça-feira, 10 de setembro de 2013

A onda vai, a onda vem...



Sonoridade saudade...
Forte, bate, se desfaz e se constrói...
Se constrói medo na água fria...
Fria música sem o abraço...
O abraço suntuoso do olhar...
O olhar solitário quando seu cheiro não exala...
Exala perfume a formação lenta...
Lento sentimento, floral mais adequado dos ventos...
O vento vai e vem, como a lembrança...
Lembrança do toque...
O toque dos lábios como o beija-flor em flor...
Mas flor de amor ainda não surgiu...
Surgirá no momento em quê a maré estiver baixa...
Baixa a voz também estará...
Estará numa única voz, na sonoridade do mar...
O mar do abraço, do beijo de enamorados, mar da esperança...