As vezes os caminhos desaparecem e as flores precisamos parar e florir o interior, nessas vezes nos encontros dos deuses queremos respostas para as dúvidas na vida, vida bandida querida vida sem vinho na tintura dos olhos...as vezes a tristeza pede entrada, mas só as vezes porque a alegria e floral e tranparece com os gestos do ''eu''...as vezes as inspirações chegam, as vezes nada vem, nem nosso ''meu bem'' chega e mantém assim saudade, as vezes nada é lealdade... o céu um simples sopro da realidade...as vezes pé no chão, centenas de vezes pés ao chão, nas centenas dos dez mandamentos do coração, pois o real é lucidez e coragem, nas nossas vezes de amizade e harmonia, naquelas vezes de sintonia...
Onde as páginas é a vivência e evolução interior, cada traço é um suspiro de emoção, as palavras transgridem o ser, dentro do coração...
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domingo, 21 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Um leque de saudade!
O pensamento no traçar dos movimentos, e as cores seduzidas pelo dia, no velcro azul para realeza saudade. Um leque para o calor do peito, no desejo intrigante de pele fria e alva, nas mãos palpitantes dos sentidos que toca o interior...Nas cores do vaso, na flores do vaso, nos pássaros do vaso, aqueles beija-flores, aquele que beija a flor e a cintura se entrelaça, no cheiro de fumaça de rosas, nas fumaças de ternura charmosa, na elegância simples de moça praieira, na solidez...nas cores ternas da embriaguez, do faltar...no querer sentir o beijo ardente do mar, zeloso coração...independente das verdades é viver a sensação...nos pensamentos saudosos sem saber qual é a dimensão!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Parem, Reflitam!
Que dóceis e brandos, na leveza do dia, sejamos, como borboletas pousando no cheiro agradável das flores. Que ao nosso bom dia ao próximo seja com carinho imensionável, que seja de paz e com tudo de bom que possamos ter. Que a energia que possamos compartilhar seja pura e notável, na bondade divina, onde o caminho dessa força energética seja o caminho da luz...muita paz, muita paz no olhar, a natureza nos mostra a tranquilidade, linda e perfeita da sua maneira. Esqueça a matéria por um tempo, das preocupações com o trabalho, ande descalço um instante, caminhe e observe o que Deus fez de melhor, se desapegue de tudo e, apenas, nem que seja por um segundo, presencie em você o amor, coisa infinita que cura qualquer enfermidade, tanto do corpo, quanto da alma...com amor: se é humilde, benevolente e caridoso...amor se resume a tudo isso e muito mais. Poxa! Esqueçam o que estão vestindo, esqueçam o teto, a TV, a música, escutem a vida, escutem a natureza chamando, não vivam o tempo se preocupando com o material, esqueçam que são matéria e percebam a sua energia interior, recupere-a, façam ela melhorar e quando vocês conseguirem divida com todos com gestos, palavras ou apenas um olhar, apenas um pensamento...façam algo de bom todos os dias, não se esqueçam disso! Reflitam as atitudes que tomam. Percebam, analisem se estão sendo justos com o próximo, se são limpos e puros, tentem não julgar sem saber o que o outro sente, tudo tem motivo! Olhem o mar e sinta-o, pegue-o com o observar e com a tranquilidade que todos possuem....Ame o próximo como se ama, como ama Jesus...tentem se melhorar como pessoa, façam algo por vocês, vamos lá! Só irão ganhar com isso!
Inspirada pelos cantos divinos do mestre( autor: Espírito de luz)
Inspirada pelos cantos divinos do mestre( autor: Espírito de luz)
domingo, 7 de agosto de 2011
Sentir se define :
Quando o sentimento flui, o toque é complemento
Na pureza do olhar tudo é mais leve
O entralaçar dos olhos são energias fortes como as do pensamento
O vínculo afetivo é a liberdade na expressão
Tudo é feito pela verdade e clareza, tudo muito simples e fulgás
Nada se contorna ao beijo e o beijo se faz no pensar
O juntar as mãos é a compreesão
A voz que os ouvidos suplicam é a do peito, não é preciso abrir a boca
O cheirar coração é o perfume das flores
Paixão é ser essencilamente natureza, ser natural, e o deslocamento do corpo é efêmero, basta sintonia, e quando o encontro se fizer é apenas compactuar presença do físico que é instrumento do encontrar ...e dividir...dividir, simplismente dividir !
Esse jeito de ter paz...é se sentir livre e deixar o outro livre.
É não ter fogo ardente mas ser temperatura natural...
É equilíbrio!
Amor inútil, o toque é complemento...
Ah! No formato da decisão, vou morder os pés dos seus olhos te corroendo arbitrariamente, fazendo o fogo do nosso amor a paixão nas bocas entre abertas do vulcão, e naquele ar cansado do fogaréu desiludido, o meu pescoço não mais mexe, a dor do sono foi enviada nos corpos entrelaçados, e o encontro distante agora é outra noite....Imaturidade na cama....imaturidade de sentimento...
Mediocridade dos sentimentos!Desculpe decepcionar!
sábado, 6 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
...
Lua e meu eu
Lua
Palavra tão pequena, tão doce.
Inunda meu ser.
Faz-me viajar por mundos distantes.
Dimensões infinitas que ocupam meus pensamentos.
Corpos, bocas, sorrisos e sofrimento se misturam deliciosamente num infinito de prismas coloridos.
E a lua dos meus olhos perdidos me detém ao encontrar a paisagem do peito, aquela, como os sonhos de Dalí, que talvez se revelem num simples escrever.
Quando o sentimento, a lua faz brilhar, sendo à distância,
Irrisória,
Efêmera,
Tão efêmera, que a dor gritante e casual a lua compreende e junta às almas de emoção.
Corpos atados
Queimando ao luar
Bocas que se buscam se consomem.
Gotas de suor que brotam doces escorrem como as ondas do mar que se perdem no éter.
Deixando somente sementes nos corações
De amor, de paixão, de sede pela vida.
Deslumbrados com seu brilho e entorpecidos com seu semblante, adormecem e se deslumbram com seu irmão sol, quando ela por fim se deita.
a lua que vidra os olhos, a lua que atenta o ar do interior, a lua tão revoltada que inflama a alma de amor, tão magnífica que procura as mentes apaixonadas, a lua do toque divino, aquele toque mais especial e puro, nobre que no suspiro da lua, o prazer é o palpitar dos corações. e por fim duas almas que se unem para todo sempre.
Por Joaquim Molina.
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