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sábado, 4 de junho de 2011

Boa viagem!


De ''muda'' eu vou, no meu carrinho de amor, e na estrada encontrar carinho apaziguar, no olhar uma flor a  buzinar
E correndo não vou pois calma mora em mim, e correndo num vou não!
Porque a vida é sentir e se correr não toco, se correr não mudo, apenas fujo
Mudar sempre é preciso no paraíso individual
Paraíso que se forma com mudança , com o tempo e esperança
Eu vou de muda eu vou
Vou buscar o meu amor
Vou remodelar a alma, sem sair de casa vou
Eu vou, me sentir eu vou!





 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pensando alto...

Num lugarzinho bonito lá no caminho de liberdade interior. Sociedade não quero repugnar-me, a aversão é algo sujo...sociedade ajude-me, seja mais dócil e serena, mais humanitária, mais igualitária, mais enamorada, mais feliz, mais bonita, mais justa, mais tranquila, mais amável, mais viva! - Cadê a saída, cadê o café, cada a cana-de-açúcar e os indígenas cadê, os africanos cadê...os portugueses eu sei onde estão...

sábado, 28 de maio de 2011

Aternativa...sim e você?

Um real véi, colé?
Sair véi, no meu coração?
Deixar pra trás o que me entristece...deixar ...
Morrer de amor pivete?
Bora meu nêgo?

Bichinho, no chão da saudade?
O tempo da dor se foi neguinho?
No gueto, eu vim mô pai!
Vergonha de viver, não tenho não!
Bora meu nêgo?

Viagem veinho, só mô Deus!
Vixe! Guento viver assim não!

Ê Painho, tô na bruxa...assim num dá...quero apaziguar...




sexta-feira, 27 de maio de 2011

Meditação interior!

Nas tardes tristes do interior, o descompaço descolorante do ''ser'' antrofia a imagem do bem estar, nesta busca pelos passos ternos eternos, desespero ao zumbir do coração...é preciso paz, é preciso amor, é preciso paixão, é preciso força, felicidade dentro do peito, é preciso desejo e beleza nos olhos, é preciso nos criar e renovar ,o Ego...é preciso buscar ...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tensão...

  Não sei dizer, és a questão, ufobia intrigante do coração nos passos do mundo de meu mundo desmiolado, coração sem zelo, dói...dói..dói..doiiii...bate calado sem balanço sem cor sem momento de dor, sem diagnóstico, esteriotipado, doiii...no olhar que no encontro ao interior nada reflete, nem nas palavras, escoa a alma a língua do não falar, profundeza de meu sentir e ninguém pra escutar, função temporal desmemorizante a curto prazo, me tomo ao viver sem ver os embaraços, insinuante de minha venda de nada comprou...meus pés e tamanho de puro sol escaldou, caldo na panela da fervura simplicidade doce, doçura no salgado vozes, espinafre dá alívio quando limão se põe na salada solução, adoro viver mas ainda não sei catalizar a emoção...

Fernanda Takai e Rodrigo Amarante - O Ritmo da Chuva

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O que somos? O que fazemos?

 Um olhar amplo sem cálculos, letras, informação, apenas um conhecer redundante alinhado ao ''ser''. No progresso cientificista ilusório nos detemos ao possuir do que é emprestado, ter é vago e não alimenta a alma.
A melhor escola, o melhor carro e técnica capitalista, e os valores humanos?
Somos a nossa família e o afeto que recebemos e damos.Um provar de ternura, um sentir sensação do céu. Não existe lei da perfeição, existe vontade e dedicação para nossa subjetividade privatizada que, existe! Um dia se for possível nos colocarmos no lugar do outro, sentir, ver do jeito do outro e percebermos o quanto são diferentes e pensam diferente vamos chegar a conclusão que são de outro planeta, creio ser a melhor maneira para amenizar o julgamento ao próximo.Vivemos uma vida sem entusiamos entusiasmados com as riquezas e os gostos esquecendo o que é de verdade o sentir, amar, ser afetivo, tranquilo e benevolente. Nos dedicamos a  falar bem e ter um currículo maravilhoso esquecendo de  falar com o bem para o bem.Ver as coisas por um outro ângulo é de uma tamanha singeleza que para nós é preciso muito treinamento ....não vamos perder tempo, que tal começarmos?