Onde as páginas é a vivência e evolução interior, cada traço é um suspiro de emoção, as palavras transgridem o ser, dentro do coração...
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terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
José?
Cadê a pose José?
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?
O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?
O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!
sábado, 9 de abril de 2011
Aqui...
Na forma de ser
Nas formas intransitivas
Nas formas , lagrimante
Poeticamente na forma chorosa
No dia sem dia
Na invasão de trovões
Nas sensações do tocar
No querer chorar irritantemente
Ruvinhosa e carente
Nas coisas sem estrada
Nos caminhos sem direção
Nas mesmas coisas dos caminhos
No querer sem saber ser igual ao social
Fora dos padrões com pedras
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Forma de viver...

No passo ao calar-se falamos do livro do dia ,cotidiano hierárquico que comanda os nossos próprios comandos , somos nós funcionários de nós mesmos...e nos ismos e nos ismos , e nos ismos de meu coração ,sentimento cerebral da minha esclerose pois a bainha de mielina que é a vida ,está esquematizada nos meus sem comandos que me faço....e na loucuras que escrevo , nas palavras que me escrevo nada dizem , sem sentido no meu conotar diria aquele que me ofende!
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Realce do abraço do coração...
Alguém na flor da idade , na flor da idade , na flor da idade da idade da flor ,e bendita seja feita minha vontade?
Na flor da idade do cheiro de flor querendo néctar o beija-flor, beija a flor sem a tocar...sem ter com quem tocar no sentir de beijar sentimentos...um faltar nos momentos de solidão, só, sem mãos para cobrir a nossa vontade...na espectativa do realce , realce , realce de mim...no segundo século das raízes da árvore enamorar..na queda do cair de olhar...no sentir e se apavorar...no querer buscar o grande alto do meu maior ser...na flor da idade do viver...querendo a imensa moldagem do meu coração!
A imagem escreve o resto ...
E
num sentir , meteoro de mim quando quer se machucar...pede a terra para jogar desassossego nos olhos cálidos querendo parar nas invasões químicas em que os íons levam informações para o cérebro de meu coração ...
num sentir , meteoro de mim quando quer se machucar...pede a terra para jogar desassossego nos olhos cálidos querendo parar nas invasões químicas em que os íons levam informações para o cérebro de meu coração ...
E
num tocar ,e num querer de tocar no tato infeliz ao sentir vituperioso de sentimento ,as mãos
procuram algo para apertar e desfazer o espaço de distância....
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