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sábado, 23 de abril de 2011

Senhorinha sem deleite!



Na pureza singela dos calcanhares, um doce arfar de ternura , leve...uma serenidade longe daqui , uma lacuna!

Nos pensamentos breves e francos , a beleza do olhar na solidão , o sentir de ilusão.

Nas maneiras escreve ...nuances de Senhora poderosa , sem nada poder...Senhora   mágica sem saber!

Nas governações interiores não é  efêmero''ser''...
quando ''ser'' é ser límpida ...
''ser'' é ser pura ,'' ser'' é ser cura , ''ser'' é 
ser brandura ...


No poder meigo do ego , nos perfumes de menina 
floral fascina ...cálida , sólida, uma sagacidade 
irreverente.

Nas cores da compreensão , as flores no coração
, não existe amor nesse vulcão , é um grude sem 
toque ,um som sem violão , instrumento manual,
tudo é teatral!



Liberdade na emoção!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Saudades...















Nos pensamentos os lamentos , as considerações , nada vai reverter, vai saber?!
Vai saber!
Se chover!
Se morrer!
Se tocar e estraçalhar...amordaçar , matar .
Como fico?
Quem vai considerar?
Vai saber!
Não é verdade!
A falta de amor está no olhar!
Vem cá , vem vê?
Vai saber!
Eu levantaria cedo , cuidaria de você!
Teria que ser como no sonho!
Teria que ser como no sonho !
Vai saber?
Vai saber!

Pérfido sonhar!

O amâgo amargo das distorções do meu ser ...perversão irradiante do elixir no meu sentir ,sem revigoração...na noite exuberante mas na minha mediocridade depravante ao sonhar ,floral de si mesma...uma doçura no olhar , uma doçura só no olhar , doçura no falar , no falar doce de sua voz , na voz antiga no doce ao me falar , em mim...sem ouvir o que ouço,é ...sensação hipócrita de ter , de ser , sendo  ,ter me tido sem sensação , sensacional sensação...nunca sentirei , não sentir ,introdução eu toquei...colorir uma fase sem interfaces na face sem olhar , olhei você , não tinha ninguém , um ideal de amor , amor ideal , idealização sem amor ...ou o quê?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O que é mesmo real?

Viver?


O nosso Surrealismo?
Nós somos reais?

O céu é real?
Há real?

Ter um real é real?
Real é viver , viver no real , ser, ver, sendo real?
Realidade de nós ?
Cadê , onde acho?

Realidade você ,ê ,me ouve?
Ser racional é ser real ?
Existe racionalidade se tudo é real?
A filosofia é real?
Você que está lendo , você é real?
Mas você se toca , você se vê e vê os vocês , concluiu que é real?
Porque pensamos somos seres reais?
A realidade pensa por nós?
Não existe realidade , só nós?
Somos a realidade e não temos voz?
Cantamos ?
Temos medo?
Segredos...
?
Somos mesmo daqui?
Deus nos fez , somos de uma vez daqui?

Somos o existir?
Somos reais , reais , reais?
Ninguém responde, todos responderam ,o real é um pesadelo!





quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é a vida?


 

Uma centelha de amor , o próprio eu, o batimento cardíaco , as fazes das lua , o pensamento , as mazelas , as atitudes , os olhares , os toques .
 Lágrimas de felicidade e de amor , lágrimas por viver , lágrimas por ser e sentir.
Não apenas é um mês , uma eternidade é a vida.
Um sem nada tendo tudo .
Não é ter emprego , carro , dinheiro , é ter nada , é ser livre em qualquer condição quando em nós existe paz.
Só há vida se em nós houver música , brilho nos olhos .A vida só existe se vida em nós existir ...VIVA!


terça-feira, 19 de abril de 2011

Um dia...

Um esperar de sonho , uma doçura imensa nos quereres dos versos .

Nos olhos o brilho do nunca ter sentido , ilusão benevolente .

Bonito sentir , bonito revigorante sentir de estupefação simplória do ego.



domingo, 17 de abril de 2011

José?

Cadê a pose José?
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?






O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!