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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Pérfido sonhar!

O amâgo amargo das distorções do meu ser ...perversão irradiante do elixir no meu sentir ,sem revigoração...na noite exuberante mas na minha mediocridade depravante ao sonhar ,floral de si mesma...uma doçura no olhar , uma doçura só no olhar , doçura no falar , no falar doce de sua voz , na voz antiga no doce ao me falar , em mim...sem ouvir o que ouço,é ...sensação hipócrita de ter , de ser , sendo  ,ter me tido sem sensação , sensacional sensação...nunca sentirei , não sentir ,introdução eu toquei...colorir uma fase sem interfaces na face sem olhar , olhei você , não tinha ninguém , um ideal de amor , amor ideal , idealização sem amor ...ou o quê?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O que é mesmo real?

Viver?


O nosso Surrealismo?
Nós somos reais?

O céu é real?
Há real?

Ter um real é real?
Real é viver , viver no real , ser, ver, sendo real?
Realidade de nós ?
Cadê , onde acho?

Realidade você ,ê ,me ouve?
Ser racional é ser real ?
Existe racionalidade se tudo é real?
A filosofia é real?
Você que está lendo , você é real?
Mas você se toca , você se vê e vê os vocês , concluiu que é real?
Porque pensamos somos seres reais?
A realidade pensa por nós?
Não existe realidade , só nós?
Somos a realidade e não temos voz?
Cantamos ?
Temos medo?
Segredos...
?
Somos mesmo daqui?
Deus nos fez , somos de uma vez daqui?

Somos o existir?
Somos reais , reais , reais?
Ninguém responde, todos responderam ,o real é um pesadelo!





quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é a vida?


 

Uma centelha de amor , o próprio eu, o batimento cardíaco , as fazes das lua , o pensamento , as mazelas , as atitudes , os olhares , os toques .
 Lágrimas de felicidade e de amor , lágrimas por viver , lágrimas por ser e sentir.
Não apenas é um mês , uma eternidade é a vida.
Um sem nada tendo tudo .
Não é ter emprego , carro , dinheiro , é ter nada , é ser livre em qualquer condição quando em nós existe paz.
Só há vida se em nós houver música , brilho nos olhos .A vida só existe se vida em nós existir ...VIVA!


terça-feira, 19 de abril de 2011

Um dia...

Um esperar de sonho , uma doçura imensa nos quereres dos versos .

Nos olhos o brilho do nunca ter sentido , ilusão benevolente .

Bonito sentir , bonito revigorante sentir de estupefação simplória do ego.



domingo, 17 de abril de 2011

José?

Cadê a pose José?
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?






O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!

sábado, 9 de abril de 2011

Aqui...


Num instante do penar
Na forma de ser
Nas formas intransitivas
Nas formas , lagrimante
Poeticamente na forma chorosa




No dia sem dia
Na invasão de trovões
Nas sensações do tocar
No querer chorar irritantemente
Ruvinhosa e carente


Nas coisas sem estrada
Nos caminhos sem direção
Nas mesmas coisas dos caminhos
No querer sem saber ser igual ao social
Fora dos padrões com pedras







segunda-feira, 4 de abril de 2011

Forma de viver...

   No calar da noite perdida um rendimento para uma obeservação , a vida me precede ao rumo feliz ou não sei se feliz das cenas sentimentais...nos destroços equivocados das sinalizações sem gestos gesticulando-me menina de luz ,nas flores dos espinhos que persegue a alma sem flerte.
  No passo ao calar-se falamos do livro do dia ,cotidiano hierárquico que comanda os nossos próprios comandos , somos nós funcionários de nós mesmos...e nos ismos e nos ismos , e nos ismos de meu coração ,sentimento cerebral da minha esclerose pois a bainha de mielina que é a vida ,está esquematizada nos meus sem comandos que me faço....e na loucuras que escrevo , nas palavras que me escrevo nada dizem , sem sentido no meu conotar diria aquele que me ofende!