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quinta-feira, 21 de abril de 2011

O que é mesmo real?

Viver?


O nosso Surrealismo?
Nós somos reais?

O céu é real?
Há real?

Ter um real é real?
Real é viver , viver no real , ser, ver, sendo real?
Realidade de nós ?
Cadê , onde acho?

Realidade você ,ê ,me ouve?
Ser racional é ser real ?
Existe racionalidade se tudo é real?
A filosofia é real?
Você que está lendo , você é real?
Mas você se toca , você se vê e vê os vocês , concluiu que é real?
Porque pensamos somos seres reais?
A realidade pensa por nós?
Não existe realidade , só nós?
Somos a realidade e não temos voz?
Cantamos ?
Temos medo?
Segredos...
?
Somos mesmo daqui?
Deus nos fez , somos de uma vez daqui?

Somos o existir?
Somos reais , reais , reais?
Ninguém responde, todos responderam ,o real é um pesadelo!





quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é a vida?


 

Uma centelha de amor , o próprio eu, o batimento cardíaco , as fazes das lua , o pensamento , as mazelas , as atitudes , os olhares , os toques .
 Lágrimas de felicidade e de amor , lágrimas por viver , lágrimas por ser e sentir.
Não apenas é um mês , uma eternidade é a vida.
Um sem nada tendo tudo .
Não é ter emprego , carro , dinheiro , é ter nada , é ser livre em qualquer condição quando em nós existe paz.
Só há vida se em nós houver música , brilho nos olhos .A vida só existe se vida em nós existir ...VIVA!


terça-feira, 19 de abril de 2011

Um dia...

Um esperar de sonho , uma doçura imensa nos quereres dos versos .

Nos olhos o brilho do nunca ter sentido , ilusão benevolente .

Bonito sentir , bonito revigorante sentir de estupefação simplória do ego.



domingo, 17 de abril de 2011

José?

Cadê a pose José?
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?






O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!

sábado, 9 de abril de 2011

Aqui...


Num instante do penar
Na forma de ser
Nas formas intransitivas
Nas formas , lagrimante
Poeticamente na forma chorosa




No dia sem dia
Na invasão de trovões
Nas sensações do tocar
No querer chorar irritantemente
Ruvinhosa e carente


Nas coisas sem estrada
Nos caminhos sem direção
Nas mesmas coisas dos caminhos
No querer sem saber ser igual ao social
Fora dos padrões com pedras







segunda-feira, 4 de abril de 2011

Forma de viver...

   No calar da noite perdida um rendimento para uma obeservação , a vida me precede ao rumo feliz ou não sei se feliz das cenas sentimentais...nos destroços equivocados das sinalizações sem gestos gesticulando-me menina de luz ,nas flores dos espinhos que persegue a alma sem flerte.
  No passo ao calar-se falamos do livro do dia ,cotidiano hierárquico que comanda os nossos próprios comandos , somos nós funcionários de nós mesmos...e nos ismos e nos ismos , e nos ismos de meu coração ,sentimento cerebral da minha esclerose pois a bainha de mielina que é a vida ,está esquematizada nos meus sem comandos que me faço....e na loucuras que escrevo , nas palavras que me escrevo nada dizem , sem sentido no meu conotar diria aquele que me ofende!

domingo, 27 de março de 2011

Um sonho!

Sonhar no café da manhã , sonhar com o batuque da música do sono , sonhar com os olhos remelados , abrir os olhos ao nada existir , mas como és lindo!
Na malemolência da voz , a morada do desconhecido ao recebestes ...minha alma diz como és lindo , bobo , frágil e insano.Talvez seja mesmo sonho!