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domingo, 17 de abril de 2011

José?

Cadê a pose José?
Cadê as flores José?
Os meus amores , cadê?
José , o meu dinheiro?
A quem recorrer, José?
Os meus versos, José ?
Me roubaram, José?
José eu não tenho um real , eu não tenho varal e nem roupa , não tenho matéria , não tenho boca .
José , lágrimas , José , Lágrima eu tenho , sede eu tenho , tédio eu tenho .
O que melhorar, José?
Quem vai me ajudar?
Quem vai dá o próprio coração?
Eu não sei, José, José, me ouça ...
Onde está o meu Deus José?






O ser humano e o processo tecnológico corroendo os sentimentos, a dureza frígida do ser, a carência, o século da depressão!

sábado, 9 de abril de 2011

Aqui...


Num instante do penar
Na forma de ser
Nas formas intransitivas
Nas formas , lagrimante
Poeticamente na forma chorosa




No dia sem dia
Na invasão de trovões
Nas sensações do tocar
No querer chorar irritantemente
Ruvinhosa e carente


Nas coisas sem estrada
Nos caminhos sem direção
Nas mesmas coisas dos caminhos
No querer sem saber ser igual ao social
Fora dos padrões com pedras







segunda-feira, 4 de abril de 2011

Forma de viver...

   No calar da noite perdida um rendimento para uma obeservação , a vida me precede ao rumo feliz ou não sei se feliz das cenas sentimentais...nos destroços equivocados das sinalizações sem gestos gesticulando-me menina de luz ,nas flores dos espinhos que persegue a alma sem flerte.
  No passo ao calar-se falamos do livro do dia ,cotidiano hierárquico que comanda os nossos próprios comandos , somos nós funcionários de nós mesmos...e nos ismos e nos ismos , e nos ismos de meu coração ,sentimento cerebral da minha esclerose pois a bainha de mielina que é a vida ,está esquematizada nos meus sem comandos que me faço....e na loucuras que escrevo , nas palavras que me escrevo nada dizem , sem sentido no meu conotar diria aquele que me ofende!

domingo, 27 de março de 2011

Um sonho!

Sonhar no café da manhã , sonhar com o batuque da música do sono , sonhar com os olhos remelados , abrir os olhos ao nada existir , mas como és lindo!
Na malemolência da voz , a morada do desconhecido ao recebestes ...minha alma diz como és lindo , bobo , frágil e insano.Talvez seja mesmo sonho!

sábado, 26 de março de 2011

Realce do abraço do coração...


Alguém na flor da idade , na flor da idade , na flor da idade da idade da flor ,e bendita seja feita minha vontade?
Na flor da idade do cheiro de flor querendo néctar o beija-flor, beija a flor sem a tocar...sem ter com quem tocar no sentir de beijar sentimentos...um faltar nos momentos de solidão, só, sem mãos para cobrir a nossa vontade...na espectativa do realce , realce , realce de mim...no segundo século das raízes da árvore enamorar..na queda do cair de olhar...no sentir e se apavorar...no querer buscar o grande alto do meu maior ser...na flor da idade do viver...querendo a imensa moldagem do meu coração!





A imagem escreve o resto ...

 
E
num sentir , meteoro de mim quando quer se machucar...pede a terra para jogar desassossego nos olhos cálidos querendo parar nas invasões químicas em que os íons levam informações para o cérebro de meu coração ...
num tocar ,e num querer de tocar no tato infeliz ao sentir vituperioso de sentimento ,as mãos

procuram algo para apertar e desfazer o espaço de distância....

sexta-feira, 25 de março de 2011

Se houvesse solidariedade , se houvesse amizade...se houvesse educação...!

Uma folha do mundo , uma imagem fotografada de um nada sendo o tudo nós mesmos....um querer de fazer teatro nas formas do dia ,para não se prender aos momentos podres da vaidades alheias que ,contaminam o nosso ego...verso sem poesia não gostaria de ter , mas no desejo de querer ser a rima , popular amadora , dogmática , faço um verso sequestrador das idéias fortes; ser compreensivo , ouvir o próximo , dar amor , receber amor , ter serenidade ...onde for...barroco no nosso Salvador ,curador São Salvador radiofónico ,sem trio, sem cortesia como o atual mundo que, nos fazemos folhas em branco...
versos rígidos , pragmáticos , podres...versos ruidos dos ratos das imperfeições ao esgoto do ego , pragmático sem curar a dor , curador São Salvador , sem santo documento ,cadê você meu senhor?